Sarah's posts with tag: arte
Posted by Sarah on Jul 11, '08 12:06 PM for everyone Link: http://www.artcyclopedia.com/masterscans/index.htmlPara quem quiser imagens de obras de arte em grande resolução, o lugar certo para começar as procurar é o artcyclopedia. Eles catalogam galerias online de imagens em resolução decente... vale olhar o scan lindo do rosto da Vênus do Botticelli, está entre os mais recentes...
Posted by Sarah on Jun 6, '08 4:50 PM for everyone |  | Algumas imagens sobre minha Senhora, dama de escuro véu, a mais doce, para os Deuses e os mortais. A sempre gentil. Filha de Coios, o arco do céu, e Phoebe, o brilho da Lua cheia. Mãe dos Letóides, Ártemis e Apolo, os mais amados entre os nascidos entre os Deuses. Modesta e discreta, uma Deusa de imanência, de coisas sub entendidas, de eminência parda. O conselho sábio. No catálogo das epsosas de Zeus, uma das duas que se uniram a Ele, antes de mais nada, em amor...
Minha Senhora...
Organizei "cronologicamente" pelo mito, se é possível dizer isso... falta muita coisa, mas é difícil achar boas imagens dEla. |
Posted by Sarah on May 13, '08 8:12 PM for everyone Minha semana começou no maior nível de bosta possível, com professoras que não respeitam meu trabalho e falam pelas minhas costas coisas sem sentido falando mal de mim. Ontem fiquei arrasada com vontade de abandonar o ensino e nunca mais voltar. Hoje, movida pela prestação do aparelho de som =P , fui trabalhar. Mas sinceramente, a pouca vontade que me dava trabalhar, depois de tudo que aconteceu, se tornou vontade nenhuma, e eu aceito empregos de qualquer coisa ligada a arte e fora da educação formal.
E essa terça tinha tudo para ser meramente a continuação de uma semana de bosta, como prometem ser todos os dias de trabalho que eu tiver no magistério, essa coisa falida que está em crise porque é podre feita por gente podre que tem como única preocupação sufocar tudo que for diferente, superior ou pensante.
Mas ai, recebo uma ligação avisando de uma reunião com o Márcio Harun, da trupe do Rumos do Itaú Cultural, que ia estar se reunindo com os artistas visuais da cidade. Fui lá. Não tinha muita gente, pelo contrário, mas quer saber? Foi bom. Me fez lembrar de quem eu sou. E eu não sou professora, eu sou a maluca que produz coisas.
É essa que sou eu. Mas precisa coragem para chutar a outra pra longe e voltar a ser quem eu sou...
Posted by Sarah on Apr 14, '08 6:34 PM for everyone Fica o convite para quem quiser entrar e ainda não fez isso... Eu criei no multiply um Grupo de Criatividade. Um epsaço para mutuamente nos desafiarmos a ser mais criativos, libertar nosso lado "artístico", colocar a mente para funcionar. Existem várias propostas que vão servir como base para o GC, então, aqui vai: ATC Um ATC (Artist Trading Card) é uma obra de arte em miniatura, uma amostra de arte que cabe no seu bolso. Seu nome vem do fato de que artistas costumam trocar os cartões entre si. Pode ser feito com qualquer técnica, qualquer tema, só tem uma regra, o tamanho. A medida padrão é de 2.5"x3.5", ou 64 x 89 mm. Isso é o tamanho de um card colecionável, ou de uma carta de baralho padrão. Os desafios de ATC funcionam assim: é dado um tema e uma data limite para "entrega" dos ATCs. No momento, temos um desafio de ATC com o tema Deuses Gregos, onde sortearemos um Deus por mês para produzir imagens. Art Journal Art Journal, Diário de Arte, ou Livro de Artista, é um caderno/livro/bloco que serve como suporte para sua manifestação artística. Ele pode ter um tema ou não, e pode usar qualquer técnica que o papel suporte. No momento, começamos um desafio de Book of Me. Um art journal onde o tema é bem simples: Você. Discussão de produção Escreveu um poema? Fez um desenho? Colocou um vídeo no You Tube? Seja lá o ue ofr que vc produziu, ponha na roda e vamos discutir o que achamos daquilo. Crítica construtiva e análise profunda do trabalho, para melhorar a cada dia. Discussão de textos Achou um texto bacana sobre criação? Um trecho do Carats ao jovem poeta? Um vídeo ensinando uma técnica para ser usada em art journal? Um desafio bacana de ATC em um site? Uma charge divertida? Poste no GC e vamos dialogar em cima. E sempre que for possível, irmos juntos a exposições e eventos culturais Interessado? http://grupodecriatividade.multiply.com/
Posted by Sarah on Feb 10, '08 1:01 AM for everyone Procuro  Eu quero juntar pessoas, via multiply & se possível ao vivo (mas sem ser obrigatório), para juntos trocar idéias e ter idéias e fazer desafios mútuos para nossa criatividade. Um pouco indo na onda de ter me empolgado com Art Journal e ATC, um muito porque estou com vontade de fazer isso faz tempo, um tanto porque estava olhando o site da Keri Smith e sempre tenho boas idéias andando por lá. Seria uma coisa como o grupo de estudos de tarot, que nós já temos, voltado pra criatividade e arte... Obviamente, para fazer isso, preciso de pessoas que se interessem... E ai, alguém topa? Acho que se a gente tiver 3 pessoas pra começar, já dá um caldo... eu já tenho idéias de tópicos para se discutir e até umas bases pra começar o trabalho... mas toda idéia é bem vinda
Posted by Sarah on Jan 30, '08 11:12 PM for everyone 
nada não... só que essa imagem é tão linda que me deu vontade de postar...
Posted by Sarah on Jan 29, '08 11:44 PM for everyone |  | Estou começando a me aventurar com os Artist Trading Card - um conceito que existe faz tempo, mas que na década de 90 um suiço deu a forma que tem hoje: 3,5 X 2,5 polegadas, o tamanho de um card, de uma carta de baralho. Nesse espaço, você produz sua miniatura de obra, e como o nome já diz, as pessoas trocam essas peças...
Me animei a começar, e descobri que é viciante... aqui vão minhas primeiras experiências.
Quem me animou a começar (eu queria fazer já faz tempo), foi o blog ATC Challenges - http://atc-challenges.blogspot.com/
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Posted by Sarah on Jan 25, '08 9:34 AM for everyone |  | As imagens são variadas. Tem algumas bem século XIX, outras são reproduções de esculturas, outras são reproduções de imagens da época mesmo...
espero que tenham utilidade... |
Posted by Sarah on Nov 29, '07 9:52 AM for everyone | Start: | Dec 4, '07 7:00p | | End: | Dec 29, '07 | | Location: | Biblioteca Municipal de Mauã |
Abertura da exposição e lançamento do livro de cartões postais das fotografias sobre a fabricação de porcelana feitas por Cecilia Camargo, em Mauá. As fotos serão acompanhadas por trechos de poesia de Edson Bueno de Camargo. Na biblioteca municipal Cecília Meirelles, dia 4 de dezembro, às 19 horas. (a biblioteca fica no terceiro piso do Green Plaza, quase de frente para a estação de trem)
Posted by Sarah on Nov 22, '07 9:58 AM for everyone | Start: | Dec 15, '07 10:30a | | End: | Dec 15, '07 5:00p | | Location: | Casa da Palavra, Santo André, ao lado da Igreja do Carmo e da Concha Acústica |
15 de dezembro, sábado, a partir das 10h30 Confecção coletiva de almofadas para a Casa da Palavra – Escola Livre de Literatura com material doado e coletado. Em uma grande roda, mulheres da Escola Livre de Literatura e agregados da Casa da Palavra que queiram imprimir sua marca nas almofadas estarão cantando, cosendo e contando estórias que serão registradas e difundidas em 2008. Traga a sua máquina de costura portátil, retalhos e bons apetrechos para um almoço coletivo sob odores de especiarias, cozidos e doces caseiros. As costuras serão permeadas por atividades do Tesão na Casa, lançamento jornal Tesão Prazer & Anarkia nº 4. Casa da Palavra – Escola Livre de Literatura
Posted by Sarah on Nov 6, '07 12:07 AM for everyone o núpcias de cadmo e harmonia tem sido minha companhia constante nos últimos dias. E tem me feito fumar mais cigarros que de costume, eu assumo. Eu conhecia o Roberto Calasso pelo também maravilhoso Ká: que para mim, foi um devaneio. Sendo bem mais grosso que o Núpcias, eu devorei em um dia e meio.
Claro que ainda volto e releio, sempre. Quando me sinto confusa, por exemplo, vou até ele, releio quase sempre as mesmas partes, que já abrem sozinhas. Vejo Rudra se tornando Shiva, vejo Shiva se enamorando de Shakti. Sempre Shiva, tenho um ponto focal na minha leitura.
Mas o Núpcias tem sido diferente. Tem me trazido mais perguntas do que respostas, e me deixado pensativa. Ainda não consegui chegar ao final. Volto para trás volta e meia. Releio, tenho novos pontos de vista sobre nuances do texto. Me faz pensar no Elias Canetti, maravilhoso, que me fez repensar minha escrita e minha relação com o mundo, mas me enlouquecia enquanto eu lia.
Eu tenho uma relação visceral com os livros. Eles me consomem. Eu literalmente passo mal, perco o fôlego, surto, rio alto, falo sozinha, grito. Tive momentos memoráveis, deixando escapar um grito de batalha enquanto lia , no Senhor dos Anéis, a cavalgada dos Eorlingas na Batalha do Abismo de Helm. Ou chorando em meio a sorrisos enquanto acabava o Crônicas de Nárnia. Deitada catatônica no jardim da escola depois de acabar O Apanhador no Campo de Centeio, com catorze anos de idade. Largando a leitura da Balada de Beren e Luthien, no Silmarillion, para beijar e agarrar apaixonadamente o Koshari. Eu tenho uma enorme tendência a chorar no fim dos livros porque a história está terminando, porque vou acabar a leitura, e queria continuar sempre. Meus livros de poesia ficam em estado lastimável, carregados para cima e para baixo. Eu reli As aventuras de Huckleberry Finn tantas vezes que meu avô encadernou e gravou meu nome na capa do livro, porque era quase parte de mim, era meu melhor amigo de infância.
O Núpcias tem sido desses livros que me fazem arrepiar, ficar pasmando olhando a chuva, enquanto ligo uma imagem a outra e a outra e a outra. Enquanto me perco labirintica em meu próprio olhar, parando por um tempo em uma única palavra, retomando um verso, pesquisando alguma coisa na internet. Estou com dois artigos sobre Supernatural entalados, o primeiro deles quase pronto, mas quem disse que consigo falar de bode expiatório e Azazel quando tenho na mente os Deuses, os heróis, as mulheres gregas?
E eu vou lendo, mais lenta do que queria, mais rápido do que deveria. Não consigo anotar nada, e sei que vou recomeçar da primeira página tão logo vire a última. Desta segunda vez, familiarizada com o texto, vou anotar, marcar páginas, xerocar coisas para poder anotar e recortar. Comparar com os Rennés, meus livros de cabeceira sobre os tipos dentro da mitologia. E com o Junito.
ps. fiz uma tela hoje. Meu arcano. Não vou dizer que gostei dela, mas dá para ver que estou mais fluida, estou deixando a pintura ficar mais solta e menos tecnicista. Eu me prendia demais, ficava uma coisa forçada. Ainda não está como quero, mas já é alguma coisa.
Posted by Sarah on Nov 3, '07 10:39 AM for everyone Eu conheci o trabalho dela por um artigo uns dias atrás, falando sobre o livro The Guerrilla Art Kit. Mas ai, eu fui ver a página dela, que tem um monte de coisinhas legais, incluindo: 100 idéias, muito bacanas para quem como eu faz um art journal Permission Cards, no estilo oráculo de internet, muito fofo. Ou sobre fazer um espaço sagrado... As idéias do Guerrilla art kit não tem nada demais. Justo por isso, são muito bacanas. Coisas como, deixar bilhetes carinhosos espalhados pela cidade, fazer mapas com todas as coisas legais do seu bairro que não aparecem em mapas, e colar por aí, espalhar sementes em área urbana. Estou muito afim de comprar o livro. Mas por enquanto, estou me divertindo no site, e olhando o flicrk dela. Pode parecer bobagem, mas sabe quando vc para e pensa "nossa, as coisas que eu faço, mais gente tbm faz, as coisas que eu curto, mais gente tbm curte" e agora que eu tenho isso com relação a religiosidade, sinto a necessidade de ter isso com relação a outras coisas...
Posted by Sarah on Oct 28, '07 9:14 PM for everyone
Pois é. Eu tenho uma habilidade em escrever coisas que as pessoas querem me matar. Só que sou artista plástica. Contemporânea. Tenho um puta problema em explicar pra família minha arte: na sua maioria, caixas envidaraçadas onde escrevo poemas e exponho objetos, como se fossem insetos em mostruários. E de repente, por todo lado me aparece essa (e o cocô é justamente que não consigo achar a notícia original, tanto xingamento tem sobre o cara na net). O tal artista matou um cachorro. Deixou o bicho morrer de fome e sede na exposição. Mas ele declarou o seguinte, e assino embaixo: “Me reservo decir si es cierto o no que el perro murió. Lo importante para mí era la hipocresía de la gente: un animal así se convierte en foco de atención cuando lo pongo en un lugar blanco donde la gente va a ver arte pero no cuando está en la calle muerto de hambre." "um animal assim se converte em foco de atenção quando está em um lugar branco onde as pessoas vão ver arte, mas não quando está na rua morto de fome." Antes de mais nada, nenhuma novidade. Quem for na Pinacoteca, lá tem um porco empalhado, que o artista brasileiro enviou para a Bienal. É um tipo de arte que beira a tiração de sarro, que tem por objetivo ridicularizar a sacralidade das galerias. Ok, o bicho está empalhado, não morto de fome. Mas um outro artista, esse sim, que admiro muito, Léon Ferrari, colocou em uma exposição, durante a ditadura na Argentina, um galo engaiolado, e embaixo da gaiola, sendo cagada pelo galo, uma balança. Ele fez também várias instalações, onde pássaros cagavam sobre obras religiosas famosas. Aquele caso todo sobre o galo, sobre os maus tratos ao galo, muito pior que hoje sobre o tal do cachorro, e em uma época bem mais difícil. Então ele matou o galo e o recolocou empalhado na exposição. E disse o seguinte: que as pessoas estavam muito preocupadas com os maus tratos ao galo, mas fingiam que não havia presos políticos sob maus tratos na Argentina. E qu se indignavam com as pombas cagando em são miguel arcanjo, mas não viam vergonha no apoio da igreja a ditadura. As obras de Ferrari são profundamente anti clericais, mas tem razão de ser, e são muito bem feitas e fundamentadas.  Quer dizer, eu acho que o tal artista lá é um bosta, porque só está copiando o que foi feito antes. E que sim, eu considero arte, o que fez Léon Ferrari, que não é feita para ser bonita na parede, é feita para fazer pensar, para enlouquecer, para fazer as pessoas sairem da mesquinhez das suas vidas banais e enxergarem que existe um mundo lá fora gritando para nós, e que temos que fazer algo ou morrer. Era isso que movia os sagrados grandes mestres do Renascimento, que eu amo, e é isso que me move como artista plástica a expor meu horror e meu íntimo em caixas envidraçadas. Mas considero esse outro mero copiador, e por isso, não acho que valesse a pena falarem tanto dele. Não defendo ele, de jeito nenhum, é um ridículo: mas estão falando dele pelos motivos errados. Mas a grande questão disso tudo, é a seguinte para mim. Todo mundo que passou ali viu o cachorro morrendo de fome, e não teve um desgraçado que deu comida para ele. Todo mundo que passou ali viu o animal morrendo de sede, e ninguém deu água para ele. É preciso o animal morrer para sentirem pena? É muita hipocrisia para minha cabeça. Então, não me mandem email pedindo pra assinar petição (já recebi mais de vinte), porque eu não vou assinar coisa nenhuma. E acho ridículo que um monte de gente que nunca foi e nunca vai ir numa Bienal ou em qualquer exposição de arte contemporânea na vida esteja votando. ps_ todo meu respeito a aqueles que estão indignados e que tem alguma atuação em favor dos animais vítimas de maus tratos, como muita gente que conheço. Porque a indignação desses não é passageira, é integral e todo o tempo, nem hipocrisia, e nem precisa ver um cachorro morrer numa exposição para se chocarem, porque sempre estão impedindo que outros cachorros e gatos, que ninguém vê, morram. update - achei uma foto do cachorro. Antes de falarem do tal artista, que tal me dizem de todos que estavam lá? Outra coisa, descobri que o cachorro morreu no dia seguinte em que foi pego e exposto. Quantos dias ele passou morrendo de fome na rua, sem que fizessem nada, para que em menos de dois dias morresse de fome?  Só que quando eu posto na lista sobre trabalho em feltro de que faço parte sobre o S.O.S. Gatinhos, pedindo doações de trabalhos para que eles possam vender e angariar fundos, menos de 5 pessoas me responderam.
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